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Grêmio vence o Brasiliense e consagra-se Tri Campeão Municipal de Futebol

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O Grêmio é Tri Campeão municipal. O Tricolor de Juarez Távora comandado pelo craque do campeonato Alefe venceu o Brasilense por 1 a 0, na tarde deste domingo (15) no Estádio Municipal José Justino da Silva (O Justinão) em Juarez Távora.

O Gol do título que selou o Tri Campeonato foi marcado na etapa final com Alefe batendo no canto do goleiro Coquinho.

O jogo

Repetindo a decisão de 2015, Grêmio e Brasiliense fizeram um primeiro tempo sem muitas alternativas e arremates para as duas equipes. A dupla de ataque gremista, Mathaus e Marquinho, acabou sendo pouco abastecida. Daí, sobraram algumas arrancadas de Alefe pelo meio e as enfiadas de bola para Mathaus. A melhor oportunidade para a equipe do Grêmio veio aos 12 minutos após chute de Serginho que jogou para fora, o Brasiliense com Gê e Lebre tentavam furar o bloqueio Gremista, com o muito equilibrio a partida terminou na sua primeira etapa sem gols. No 2º tempo as duas equipes passaram a buscar mais o gol, criando mais oportunidades, melhor para o Grêmio que soube aproveitar a chance e marcou o único gol da partida com Alefe selando o título 1x0. Grêmio Tri Campeão! 

Fotos


























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Juarez Távora comemora 57 anos de emancipação política neste sábado

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Vista Aérea do município de Juarez Távora/PB - (Foto: Reprodução)

Conhecida como “A Terra do Labirinto”, a principal peça de seu artesanato local, Juarez Távora, celebra nesta quinta-feira (16), 57 anos de emancipação política.  Situada na Microrregião de Itabaiana, a 75 km da capital paraibana, ela foi elevada a categoria de município pela Lei Estadual de Nº 2.146/1959, quando foi desmembrada de Alagoa Grande.

Nos seus primórdios era chamada de Vila de Água Doce, em virtude da existência de água potável em abundância, e a mudança posterior no seu nome surgiu de um movimento dos seus habitantes após a vitória da revolução de 1930, com a finalidade de homenagear o militar Juarez Távora, que participou da revolução que levou Getúlio Vargas ao poder.

Sua população em 2012 foi estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 7.550 habitantes, distribuídos em 82 km² de área territorial.

Na economia, Juarez Távora destaca-se pela produção de peças de couro destinadas ao uso dos vaqueiros da região e pela agricultura familiar. No passado a localidade contou com uma usina de descaroçamento de algodão, para aproveitar, tanto a cultura explorada na época, quanto à mão-de-obra existente no local.

Programação dos festejos de emancipação política de Juarez Távora 

Sexta-feira:
22:00hs - Shows em praça pública

Sábado:
05:00hs - Tradicional Alvorada com a Banda Marcial do Município
08:00hs - Hasteamento de Bandeiras nas Sedes da Prefeitura e da Câmara Municipal
15:30 - Decisão do Campeonato Municipal de Futebol Amador
21:00hs - Shows em praça Pública

Domingo: 
15:30 - Shows em praça pública

Da Redação
Com Assessoria
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Bandidos explodem agência do Bradesco em Juarez Távora/PB

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Bandidos detonam agência do Bradesco em Juarez Távora

Por volta das 03h da madrugada desta sexta-feira, dia 29, os bandidos voltaram a explodir caixas eletrônicos no interior da Paraiba.O alvo desta vez foi o posto de atendimento do Bradesco, na cidade de Juarez Távora, no Agreste do estado.

Segundo a polícia, o bando era formado por seis homens que chegaram no local em uma caminhonete Chevrolet Montana. Eles instalaram os explosivos e detonaram o equipamento.

O local ficou bastante danificado.

Depois do crime, os ladrões ainda espalharam grampos na estrada.

Eles fugiram com direção a BR-230 e até agora, ninguém foi preso.


* Notícia em atualização

Da Redação
Com Juarez em Foco
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Polícia Militar frustra assalto e prende último suspeito do caso Juarez Távora/PB

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Após tentativa frustrada, último suspeito do assalto em Juarez Távora é preso (Foto: Reprodução)

A Polícia Militar, na manhã desta quarta feira (27), frustrou um assalto à agência dos Correios do bairro de Cruz das Armas, libertando os quinze reféns e prendendo os três suspeitos. Ao ser acionadas pelo Centro Integrado de Operações Policiais quanto a um assalto em andamento com possibilidade de reféns, na agência dos Correios no bairro de Cruz das Armas, duas equipes policiais do 1º batalhão chegaram ao local e verificaram a veracidade das informações.

Nesse primeiro momento, após o isolamento do local, foram iniciadas as negociações pelo tenente Ítalo Santana e os primeiros reféns já liberados. O Grupamento de Ações Táticas Especiais – GATE foi acionado e deu continuidade às negociações com o major Otávio Ferreira.

Após mais de duas horas de negociação, todos os reféns foram libertados e os três suspeitos presos, sendo apreendidas com os mesmos, quatro armas de fogo, umas delas pertencente ao vigilante da agência roubada.

A comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil e a Polícia Federal foram solicitadas e acompanharam as tratativas até a liberação de todos os reféns e a entrega dos suspeitos.

Os três suspeitos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Federal. Um deles foi identificado como sendo natural do Rio Grande do Norte e estava sendo procurado pela participação no assalto a agencia dos Correios na cidade de Juarez Távora, no último mês.


 
Da Redação
Com PMPB
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Justiça Eleitoral da 9° zona informa os prazos para regularização eleitoral

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Nota Oficial

A Justiça Eleitoral da 9° que compõem os municípios de Alagoa Grande e Juarez Távora, informa que o fechamento do cadastro eleitoral se encerrará no próximo dia 04 de maio do corrente ano, prazo a partir do qual fica encerrada a emissão de novas inscrições de títulos de eleitores, transferência de domicílio e revisão eleitoral, sendo possível apenas a emissão de segunda via, e que o cartório eleitoral desta 9° zona funciona de segunda à sexta- feira, no horário das 07:00 às 14:00, ininterruptamente.

No dia 04 de maio que é o ultimo dia para alistamento, transferência e revisão do título eleitoral funcionará das 07:00 às 18:00 horas.

Na certeza do cumprimento da presente determinação judicial, aproveito a oportunidade para renovar-lhe votos de elevada estima e consideração.

Ederson de Araújo Júnior
Chefe do Cartório da 9° Zona

Da Redação
Com 9° Zona
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Governo perde todas no STF e sessão do impeachment é mantida na Câmara

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O governo sofreu derrotas em sequência no Pleno do Supremo Tribunal Federal (STF), em sessão extraordinária que começou na tarde desta quinta (12) e só terminou na madrugada desta sexta-feira (13). Foram vários recursos no sentido de modificar o cronograma de votação, impedir o seguimento do processo de impeachment, anular todos os atos da comissão especial da Câmara Federal e questionar os fatos acolhidos nas denúncias contra a presidente Dilma Rousseff.

Apenas os ministros Marco Aurélio e Ricardo Lewandowski, presidente do STF, divergiram da maioria, que indeferiu o mandado segurança feito pela AGU e pelo Partido dos Trabalhadores pedindo a anulação do parecer da comissão do impeachment que recomendou a continuidade do processo contra a presidente Dilma Rousseff.

Os ministros Cármen Lúcia, Luiz Fux, Rosa Weber, Teori Zavascki, Luís Roberto Barroso, Gilmar Mendes e Celso de Mello acompanharam o voto do relator Edson Fachin para negar a liminar.

Com a decisão, está mantida a sessão da Câmara Federal para votar o recebimento do processo de impeachment, marcada para ter início às 8h55 desta sexta. A Câmara só pode analisar, no entanto, as denúncias de pedaladas fiscais e de suplementação orçamentária sem autorização legislativa.

O ministro Marco Aurélio Mello divergiu sobre o voto de Fachin. Ele disse que a presidente Dilma se defendeu apenas do que estava na denúncia, e não do que foi acrescentado no parecer da Comissão. Por isso, ele acolheu a liminar que pedia a anulação e disse que o plenário da Câmara não poderá levar em conta fatos externos à denúncia. O ministro Ricardo Lewandowski, concordou com o ministro Marco Aurélio.

A AGU pediu a anulação do parecer do relator da comissão a favor da continuidade do processo contra a presidente Dilma Rousseff. A AGU argumenta que há ilegalidades na elaboração do parecer e nos trabalhos da comissão, assim como em sua leitura em plenário. E pede que seja realizado um novo parecer, que verse apenas sobre os supostos crimes de responsabilidade, objetos da única denúncia originalmente recebida pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Mais cedo, o STF, por maioria, também manteve a ordem de votação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff no plenário da Câmara estabelecida pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). A regra estabelece que a votação intercale deputados de estados do Norte e do Sul. Os primeiros votos serão dos integrantes da bancada de Roraima, o estado mais ao norte do país. Em seguida, será a vez dos deputados do Rio Grande do Sul. A regra da alternância será aplicada sucessivamente, até se chegar ao centro geográfico do país.

A decisão sobre a ordem da votação foi tomada no julgamento de dois mandados de segurança propostos pelos deputados Weverton Rocha (PDT-MA) e Rubens Pereira Júnior (PCdoB-MA).

Na última votação do Pleno, já madrugada desta sexta, o STF rejeitou, por maioria, outro mandado de segurança, impetrado pelos deputados federais do PT, Paulo Teixeira e Wadih Damous, que questionava as denúncias recebidas pela Comissão Especial da Câmara Federal, sob a alegação de que as pedaladas e a suplementação orçamentária sem previsão legal seriam apenas crimes de responsabilidade e não seriam listados pela Constituição Federal. Apenas Março Aurélio divergiu do voto do relator, Edson Fachin. Depois de mais de oito horas, a sessão foi encerrada.

Da Redação
Com Portal Correio
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Projeto que veda punição a municípios que tiveram queda de receita vai para Câmara

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O Senado concluiu, nesta terça-feira (12), a votação do projeto de lei que busca evitar a punição de municípios com base na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) em casos de diminuição de recursos por razões externas. O texto principal (PLS 316/2015 - complementar) havia sido votado na semana passada, mas os senadores ainda precisavam votar seis emendas que modificavam o projeto. O texto segue agora para a Câmara dos Deputados.

O projeto, do senador Otto Alencar (PSD-BA), é parte da Agenda Brasil, uma série de proposições reunidas pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, para impulsionar o desenvolvimento nacional. As modificações de Plenário foram todas sugeridas pelo relator, senador Blairo Maggi (PR-MT).

O projeto veda a aplicação de sanções ao município que ultrapassar o limite para a despesa total com pessoal em dois casos. O primeiro é quando isso ocorrer por conta da diminuição do valor das transferências do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) decorrente de isenção tributária praticada pela União. O segundo caso é quando houver redução das receitas recebidas de royalties e participação especial.


Otto Alencar, que já integrou o Tribunal de Contas da Bahia, alegou que muitos municípios vivem quase exclusivamente do FPM e os prefeitos acabam sendo punidos por ações de desoneração do governo federal. Um exemplo dessas desonerações são as que atingem o Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI), uma das bases do fundo.

— Quando o Governo Federal diminui IPI, corta a Cide [Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico] e há uma queda de arrecadação, os prefeitos têm grande dificuldade de cumprir o orçamento. O projeto vai, de alguma forma, corrigir essas questões todas que levaram vários prefeitos a terem problemas sérios com a Justiça — explicou o autor.

Acordo

Após um acordo para que fosse alterado, o texto recebeu o apoio de todos os partidos e as emendas foram aprovadas com 54 votos favoráveis e apenas um contrário, do senador Reguffe (sem partido-DF). Para ele, a LRF é uma das maiores conquistas do Brasil e o projeto fragiliza a lei.

— O governo não gastar mais do que arrecada é um princípio que eu sempre defendi, até porque, no futuro, quem vai pagar esse gasto maior é o contribuinte. Então, o meu lado é o lado do contribuinte e o meu voto será contrário — declarou.

Apesar de concordar com Reguffe sobre a relevância da LRF, Ricardo Ferraço (PSDB-ES) disse acreditar que o projeto não traz prejuízos à lei. Segundo o senador, o texto não premia o mau administrador, mas assegura uma proteção em situações circunstanciais, como a crise que o país vive atualmente.

— Ora, se você tem uma redução de despesas que não é de responsabilidade do esforço fiscal das prefeituras, mas é única responsabilidade do Governo Federal, então, você tem despesas obrigatórias, vinculadas, constitucionais, e a receita descendo ladeira abaixo, como é que você vai punir um prefeito que fez o dever de casa, mas que foi atropelado pelos fatos em razão da conjuntura? — questionou.

Mudanças

A queda nas receitas deve ser calculada na comparação com o quadrimestre correspondente do exercício anterior. rédito, de não recebimento de transferências voluntárias e de não obtenção de garantia aos Municípios. Uma das emendas estabelece que o município só será poupado de sanções quando a queda de receita real for maior que 10%. As punições previstas são: não poder contratar operações de crédito, não receber transferências voluntárias e não obter garantias.

Outro dispositivo incluído em Plenário estabelece que o limite de gasto com pessoal – pela LRF, 60% da Receita Corrente Líquida (RCL) – seja calculado não como proporção da receita líquida do período vigente, já diminuída pela queda de arrecadação. O texto prevê o cálculo com base na receita líquida no quadrimestre correspondente do ano anterior, corrigido pela inflação. Sem esse ajuste, os municípios teriam mais dificuldade, já que o teto para pagamento de servidores ficaria comprometido.

Prefeitos

Inicialmente, o texto também impedia a aplicação de penas aos prefeitos que não pagassem despesas empenhadas no mandato do antecessor, em razão da queda das mesmas receitas ou da diminuição da arrecadação de tributos de competência municipal. O dispositivo, no entanto, foi retirado do texto após a aprovação de outra emenda em Plenário. Na prática, isso significa que os prefeitos continuarão sujeitos às punições previstas na lei, ainda que haja diminuição de receita que não seja de sua responsabilidade.

A ementa do projeto também foi alterada pelo relator para que ficasse adequada ao texto modificado.

Da Redação
Com Agência Senado
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